sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Playing for Change (2)


Ontem me deparei com novos vídeos de um projeto que curto muito, o Playing for Change. Inclusive já havia postado sobre, AQUI MESMO!

Resolvi então fazer um “remake” para contemplar o que eles soltaram de mais atual. Se você não conhece, acesse o link que disponibilizei acima. Se já viu, não tem problema, a ideia é boa e a música melhor ainda!

Esta aqui é uma das “canções sagradas” do grande "Rei Marley", Redemption Song:



Aqui, outra do velho Bob, Three Little Birds. O curioso é que este vídeo, em particular, é recheado de brazucas. Se liguem aí!


Essa é uma das que mais gosto:


Para encerrar, vai aí um "ensaio aberto":


"Uma coisa boa sobre a música é que quando ela bate você não sente dor." (Bob Marley)

(Djavan Antério)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Riscos


Talvez a dose colocada tenha sido demais
Ou ainda, a bebida não seja a que mais aprecia
Bom seria se explanasse o que realmente lhe agrada
Isso porque não tenho como decifrar, assim, tão cedo

As possibilidades são amplas

Os efeitos são variados
E assim como eu, você também pode embarcar
Lançar-se nesse turbilhão de certas incertezas

Penso que a firmeza do entrelaçamento dos dedos nos ajude

Ao menos garanta uma confiança superficial
Que pode já ser suficiente...
Ou não

Mas é aí que me sobressaiu

Dando alguns passos sem ter a nítida visão do que está à frente
Digamos que deixo meu instinto me conduzir
Estando plenamente consciente do risco que posso correr

Riscos, quem não corre não vive!


(Djavan Antério)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Em Tempos Assim...


Eu... eu sou uma estrada de mão única
(Escoando em diferentes direções)
Sou uma estrada que leva pra longe
(Não o suficiente para me desprender)
E segue você de volta pra casa
(De onde nunca deveria ter saído)

Eu... eu sou um poste aceso
(Que ilumina o suficiente para enxergar o que tem logo a frente)
Sou uma luz branca ofuscante
(Que nem sempre clareia o óbvio)
Piscando sem parar
(Parando sem piscar)

Em tempos assim, você aprende a viver de novo
(Prestando atenção nos detalhes)
Em tempos assim, você se entrega e entrega de novo
(Até que a entrega seja completa)
Em tempos assim, você aprende a amar de novo
(Mas de uma forma diferente)
Tempos assim vivem se repetindo
(Cada qual de sua maneira)

Eu... eu sou um novo dia nascendo
(Que em seu esplendor tenta ser mais bonito do que era antes)
Sou um novo céu
(Mais amplo, mais definido)
Pra sustentar as estrelas de hoje à noite
(Que nada cobram pelo brilho que emitem)

Eu... eu estou um pouco dividido
(Incompleto, imperfeito)
Devo ficar ou fugir pra longe
(Ora sei, ora não faço a menor ideia)
E deixar tudo isso pra trás?
(Talvez esse seja o melhor caminho!)

Em tempos assim, você aprende a viver de novo
(Prestando atenção nos detalhes)
Em tempos assim, você se entrega e entrega de novo
(Até que a entrega seja completa)
Em tempos assim, você aprende a amar de novo
(Mas de uma forma diferente)
Tempos assim vivem se repetindo
(Cada qual de sua maneira)


 (Capa: Foo Fighters - One By One, 2002)
 
Dave Grohl
(Djavan Antério)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Medo, Todos Nós Temos!


Medo, todos nós temos!
(Dizer o contrário é pura ilusão)
E a dor que sentimos no peito é consequência.

Algumas coisas são melhores quando acontecem naturalmente.

Assim, só o que nos resta é esperar;
Clichê ou não, “viver cada dia de cada vez”.

Maravilhoso seria se tudo o que nos angustiasse fosse simples de se resolver.
Porém, se simples fosse, angustia não haveria, certo?!
(A vida é assim; assim é a vida)

Basicamente tudo o que fazemos produz reflexos;
Repercute de alguma forma.
Saibamos, portanto, o que fazemos.
Senão, ao menos tentemos remediar o que fora prejudicial.

Em tese, com o passar dos anos adquirimos mais experiência,
Tornamo-nos mais maduros e, consequentemente,
Pisamos mais firmes na longa caminhada...

Isso implica dizer que a cada minuto que passa,
Somos pessoas diferentes
(E que bom que é assim!).

O que fica é a essência,
O traço fundamental da pessoa,
A sua natureza mais íntima,
Aquela que nem sempre é perceptível “a olho nu”.

Diante deste pensamento,
Estou inclinado a defender mais e mais que,
Independente das mudanças que aconteçam,
O fundamental é priorizar as que agregam;
As que nos tornam efetivamente melhores,
Retroalimentando-as para que sejam de fato parte de nossa própria carne.

(Djavan Antério)

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Respostas


Não tenho as respostas que deseja ouvir
Muito menos as explicações para algumas das minhas atitudes
E por isso entendo que me ache “louco”
(Mas quem não é hoje em dia?)

Talvez eu me esconda nessa minha loucura
Pelo simples receio de me mostrar
E isso talvez complique ainda mais
O entendimento que possa ter sobre mim

Sou assim...
Meio lá do que cá, ora aqui ora acolá
Tento manter os pés no chão
Ao mesmo tempo em que no céu tento tocar

Jamais condenaria sua postura diante dos meus erros
Entendo considerando-a um reflexo do meu próprio eu
Pois suas dúvidas são as minhas
E seus achados são os meus

Entenda apenas que não faço por mal
Não é intencional, premeditado
Avalie como... uma casualidade inconsequente
Descuidosa, imatura

Sendo assim, se estiver com dúvida entre o sim e o não
Sugiro que escolha o não, se achar que em nada dará
Ao mesmo tempo em que sugiro o sim
Se decidir realmente arriscar

(Djavan Antério)